Sabrina Carpenter Brasil

Bem-vindo à sua primeira e maior fonte de notícias sobre Sabrina Carpenter no Brasil. Estamos aqui para manter vocês informados sobre tudo o que acontece na carreira da Sabrina. Esperamos que aproveitem todo o conteúdo que o site tem a oferecer. Sinta-se livre para comentar nas nossas postagens e visitar nossa galeria. Não esqueça também de nos seguir nas redes sociais para ficar atualizado 24h por dia!
17
jul
20

Netflix divulga trailer e pôster de Work It

Depois de muita espera, foram divulgados o primeiro trailer e pôster de “Work It” (Dançarina Imperfeita), novo filme de comédia musical da Netflix, estrelado por Sabrina Carpenter, Liza Koshy, Jordan Fisher e Keiynan Lonsdale. Confira abaixo o trailer e suas capturas, sinopse e pôster do filme, que estreia no dia 7 de Agosto.

Para conseguir uma vaga na universidade dos seus sonhos, Quinn Ackerman (Sabrina Carpenter) precisa vencer uma competição de dança. Decidida a derrotar os melhores da escola, ela forma uma equipe. Agora só falta resolver um pequeno detalhe: aprender a dançar.

 

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O filme tem direção de Laura Terruso, roteiro de Alison Peck e produção de Alicia Keys.

30
jun
20

Ouça “Perfect Song”, nova música de Sabrina Carpenter para a série “Royalties”!

Postado por
Marcadores: Música, Royalties, Sem categoria, Série, Séries

Nessa terça-feira, 20, a música “Perfect Song” foi lançada nas plataformas digitais e seu clipe oficial no canal de Darren Criss no YouTube. Trata-se da última faixa da trilha sonora da série “Royalties”, da plataforma Quibi, na qual Sabrina Carpenter interpreta a personagem Bailey Rouge em três dos dez episódios. Confira, a seguir, o clipe oficial, as capturas em alta qualidade, letra e tradução da música:

iTunes/Apple Music  ∴  Spotify  ∴  Deezer

FILMES E SÉRIES | MOVIES & SERIES > SERIES > ROYALTIES > PERFECT SONG (CAPTURAS)

Letra & Tradução:

I’ve been everywhere
Eu estive em todos os lugares
I’ve heard everything
Eu ouvi todas as coisas
But still can’t figure out what melody to sing
Mas eu ainda não consigo descobrir qual melodia cantar
Ain’t no mountain high
Não há montanha alta
Something, something low
Algo, algo baixo
Oh wait, that’s from a song that you already know
Ah espera, isso é de uma música que você já conhece
Why do I waste my time
Por que eu perco o meu tempo
On trying to find it
tentando achá-lo
Or write something new?
Ou escrever algo novo?
You, you get better everytime
Você, você melhora toda hora
Every note and every rhyme
Toda nota e toda rima
Catchier than anything that I’ve been working on
Mais cativante que qualquer coisa na qual eu estive trabalhando
Vinyl, tape or on CD
Vinil, fita ou em CD
You’re too beautiful to stream, baby
Você é muito lindo para dar stream, bebê
Nothing is as good as you
Nada é tão bom quanto você
‘Cause your my perfect song
Porque você é minha música perfeita
I tried all the beats
Eu tentei todas as batidas
And I learnt all the chords
E eu aprendi todos os acordes
No matter what the combination, I get bored
Não importa qual a combinação, eu fico entediada
Don’t know where to begin
Não sei por onde começar
Don’t know how to end, no
Não sei como terminar, não
The baffled king composing, oops I did it again
O perplexo rei compondo, oops eu fiz isso de novo
Why do I waste my time
Por que eu perco o meu tempo
On trying to find it
tentando achá-lo
Or write something new?
Ou escrever algo novo?
You, you get better everytime
Você, você melhora toda hora
Every note and every rhyme
Toda nota e toda rima
Catchier than anything that I’ve been working on
Mais cativante que qualquer coisa na qual eu estive trabalhando
Vinyl, tape or on CD
Vinil, fita ou em CD
You’re too beautiful to stream, baby
Você é muito lindo para dar stream, bebê
Nothing is as good as you
Nada é tão bom quanto você
‘Cause your my perfect song
Porque você é minha música perfeita
Oh, oh
Nothing is as good as you
Nada é tão bom quanto você
‘Cause your my perfect song
Porque você é minha música perfeita
And while I have your attention
E enquanto eu tenho a sua atenção
I’d like to mention
Eu gostaria de mencionar
Oriette is the best!
Oriette é o melhor!
#Blessed
#Abençoada
Anyway you, you get better everytime
Enfim, você, você fica melhor toda hora
The track I’d actually buy
A faixa que eu realmente compraria
Catchier than anything that I’ve been working on
Mais cativante que qualquer coisa na qual eu estive trabalhando
Vinyl, tape or on CD
Vinil, fita ou em CD
You’re too beautiful to stream, baby
Você é muito lindo para dar stream, bebê
Nothing is as good as you
Nada é tão bom quanto você
‘Cause your my perfect song
Porque você é minha música perfeita
Oh, oh
Nothing is as good as you
Nada é tão bom quanto você
‘Cause your my perfect song
Porque você é minha música perfeita
Oh, oh
Nothing is as good as you
Nada é tão bom quanto você
‘Cause your my perfect song
Porque você é minha música perfeita

13
jun
20

Variety publica review de “The Short History of the Long Road”

O afetivo filme rodoviário de Ani Simon-Kennedy se assemelha com o convencional “Sem Rastros”, carregado por uma comovente Sabrina Carpenter como uma adolescente na periferia.

Uma história aconchegante e afetiva sobre viver fora da grade, “The Short History of the Long Road” começa com uma imagem pacífica de uma jovem mulher, cujas fechaduras flutuam sobre as águas ensolaradas da piscina. Mas sua serenidade é interrompida por seu pai antes que ela consiga imergir completamente na calmaria do momento. E em breve, a hora chega para a dupla ir a estrada novamente em sua RV vintage, nem dando tempo da adolescente terminar seu cachorro quente, feito em uma churrasqueira suja que já viu dias melhores.

Com uma economia narrativa surpreendente – e um boost da faixa flutuante “Come Along” de Maurice Williams – essa breve abertura para a escritora-diretora Ani Simon-Kennedy (Days Of Grey) torna inequívoco que a casa vazia que o pai e a filha acabaram de aproveitar não pertence a eles e essas interrupções são comuns na vida de Nola (cantora-atriz Sabrina Carpenter, mostrando um lado diferente de seus talentos após “The Hate U Give”). Evidentemente criada na estrada por seu pai Clint (Steven Ogg), que assina um ponto de vista livre em desacordo com as normas comuns de estabilidade. Nola acompanha a existência errante que lhe foi atribuída, mas involuntariamente, certamente não sem uma pitada de protesto. Nesse sentido, a bem-educada e autossuficiente Nola, dotara especialmente em mecânica de carros como o seu pai, poderia ser uma irmã espiritual do personagem de Thomasin McKenzie em “Sem Rastros”, de Debra Granik, outra ode cinematográfica despretensiosa para aqueles que vivem nas margens de alto risco da civilização americana.

Estreando em drive-ins selecionados em 12 de junho (e disponível em VOD no dia 16 de julho), o filme relativamente mais popular de Simon-Kennedy não é tão profundo quanto o exercício filosófico de Granik que desafia as instituições capitalistas – nem é tão devastador como “Meu amigo Pete” de Andrew Haigh, um estudo igualmente crítico de Americana, visto através dos olhos de um adolescente sem-teto. Ainda assim, “The Short History of the Long Road” demonstra com habilidade que ele tem o coração fixado nas mesmas investigações sociais em torno de classe, insegurança financeira e a ideia de de construir uma família com pessoas afins.

Por um curto tempo, essas noções parecem um pouco diluídas e nebulosas, enquanto Nola e Clint flutuam de um lugar para o outro sem se preocupar, tiram vantagem de propriedades abandonadas, ganham o que podem (às vezes, com pequenos furtos) e assistem um filme ou dois quando há oportunidade. Mas quando a tragédia ocorre e Nola se vê sozinha com nada além de seu trailer quebrado, as prioridades sociais e políticas de Simon-Kennedy surgem imediatamente.

Ainda assim, a cineasta decide manter o filme bastante calmo e leve, sem grande picos dramáticos. Ao longo, uma série de prestadores de serviços prestativos entram e saem da vida de Nola, enquanto a tranquila cinematografia de Cailin Yatsko captura majestosamente as vastas vistas ensolaradas do Novo México. Mas essa ausência de peso palpável, felizmente não ocorre à custa do respeito e do realismo. Simon-Kennedy permanece tomando cuidado para não adoçar ou romantizar as condições sombrias que Nola enfrenta quando procura determinadamente por sua mãe em Albuquerque – passando noites como ocupante em casas abandonadas, se livrando com sorte de situações inseguras, roubando lanchonetes e lojas quando não há opções, e assim por diante. Ao longo do caminho, o bom samaritano Marcie, de Rusty Schwimmer, abre suas portas para Nola, apenas para se revelar como uma fanática religiosa mais tarde. Emtão, quase milagrosamente, o bem-humorado e dono de uma carroçaria Miguel, de Dany Trejo, acolhe a jovem sob sua ala de proteção, dando a Nola um emprego, pelo qual ele oferece a ela um lugar para ficar e conserta sua van em troca.

Enquanto a introdução da mãe biológica de Nola, Cheryl (Maggie Siff), uma mulher trabalhadora e sem interesse em maternidade, dá ao filme nômade algum senso de direção, pouco faz para fortalecer o poder emocional da história. Da mesma forma, o filme carece de algo a mais do que uma amizade feminina aleatória na qual Nola embarca com uma garota local enquanto mora na garagem de Miguel. Ainda assim, há substância suficiente para impulsionar “The Short History of the Long Road” adiante através de suas pequenas curvas e lombadas. Acima de tudo, é o desempenho restrito de Carpenter e seu ar de sabedoria, permeando a tela com uma qualidade astutamente íntima, da qual é difícil se afastar.

19
ago
19

Sabrina Carpenter se apresenta no Summer Sonic Festival, no Japão

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Marcadores: Festival, Música

No último final de semana, nos dias 16 e 18 de agosto, Sabrina Carpenter se apresentou no Summer Sonic Festival, no Japão, nas cidades de Tokyo e Osaka, respectivamente. A performance ocorreu no Mountain Stage, e não teve transmissão oficial.

Além das músicas “Almost Love“, “Paris“, entre outras, Sabrina performou pela primeira vez “Looking At Me” e “I’m Fakin“. Confira abaixo fotos e vídeos do festival:

> SHOWS & TURNÊS | CONCERTS & TOURS > OUTROS (SHOWS & PERFORMANCES) > 2019 > 17/08 – SUMMER SONIC FESTIVAL EM OSAKA, JAPÃO

Almost Love T|O
Sue Me T|O
Pushing 20 O
Why T
In My Bed T
Paris T
Looking At Me T
On My Way T|O
Alien T
Diamonds Are Forever/Diamonds T|O
I’m Fakin T

02
jul
19

Sabrina Carpenter fala sobre o “Singular Act II”

No mês de lançamento da segunda parte de seu terceiro àlbum de estúdio, foi lançado uma press release para divulgar o Singular Act II, que será lançado no dia 19 de Julho. Você pode conferir a tradução completa, feita pela nossa equipe, abaixo:

Confiança assume muitas formas. Às vezes, ela pode ser evidente. Outras vezes, ela pode ser minimizada. De qualquer forma, ela deixa uma impressão. No Singular: Act II, Sabrina Carpenter projeta naturalmente um nível elevado de equilíbrio no microfone como uma cantora e nas letras como uma compositora. As histórias pessoais da garota de 20 anos refletem uma forte autoconfiança que desmente sua idade.

Falando e mostrando, esse crescimento criativo e pessoal brilha diretamente do coração sem filtros.
“Como uma jovem mulher na indústria de entretenimento, é fácil questionar quem você é diariamente,” ela admite. “Eu obviamente ainda estou descobrindo, mas muitos fãs estão fazendo a mesma coisa. Quando eu estou escrevendo, é importante para mim contar minha própria história e me divertir, mas eu também penso no que os ouvintes podem precisar em suas vidas. Nós fazemos músicas para sentirmos que não estamos sozinhos, o que eu espero que essas músicas transmitam.”

Ao longo de 2019, o talento de ouro identificou outro lado dela mesma. Ela dividiu seu terceiro álbum – Singular – em dois atos. Act I destacou sua escrita em um poderoso e palpável espírito. Em seis meses, ele atingiu mais de 100 milhões de streams cumulativos. The Line of Best Fit exaltou ele como “seu mais tenso e polido projeto até agora”, Earmilk chamou de “dinâmico e exigente,” e People o resumiu melhor como “uma força com a qual contar”. Simultaneamente, o single “Sue Me” passou dos 41 milhões de streams no Spotify e 21 milhões de views no YouTube (números de Maio de 2019).

Conforme ela juntava as peças do Act II, a cantora ligeiramente trocou de marcha…

“Eu dividi os atos para mostrar duas maneiras diferentes de ser confiante,” ela explica. “Act I é sobre a confiança clássica que vemos quando alguém tem uma boa postura e entra em um lugar com um sorriso cintilante. Depois de escrever todas aquelas faixas com ousadia e atitude, eu percebi que algumas das pessoas muito confiantes em quem eu me inspiro não são sempre as mais chamativas no lugar. Ás vezes, eles estão apenas observando. Eles são inteligentes e conscientes de suas emoções no momento – sejam elas positivas ou negativas. Act II mostra o lado vulnerável da confiança; é mais aberto e cru. Tem um alcance interessante em termos de música e mensagem. Nenhuma das músicas se parecem.”

A diversidade permanece evidenciada pelas faixas lead. A produção R&B de Oak Felder [Rihanna, Alessia Cara] dá caminho para a entrega com a alma na incontestável “Pushing 20” conforme ela diz “I’m pushing 20, got no time for others.” Em outro lugar, violão e cordas limpas entonam com a entrega ofegante na íntima “Exhale“, na qual segundo Carpenter, “te deixa um pouco mais fundo no que você pode não ver na superfície,” e a qual ela inicialmente cantou ao vivo com uma apresentação solo para fechar seus shows. Sua sensibilidade forte representou o que ela chama de “pura honestidade no momento.”

Uma dançante linha de baixo e teclas celestiais acompanham o vocal na cinética “In My Bed“. Sua voz balança em direção à confessional e cativante canto, “I’m still stuck in my bed about it.” Ela continua, “É uma brincadeira inteligente com as palavras ao invés de dizer, ‘I’m in my head about it’. A música é sobre um daqueles momentos nos quais a vida parece muito com o que lidar. Nós pegamos isso e transformamos em algo muito divertido e vulnerável.”

Trompas turbulentas e ritmos de salsa pontuam “Looking At Me“, enquanto “Can’t Stop Me[feat. Saweetie] marca a maior partida criativa por mesclar hip-hop e pop. Sua faixa expansiva cativa enquanto a californiana Saweetie serve uma corajosa participação.

“Eu amo o fato que ‘I Can’t Stop Me‘ tem outra mulher muito forte nela,” continua Sabrina. “Isso adiciona ao time Singular. Isso foi também muito experimental, porque nem eu esperava esse tipo de colaboração. Vocalmente e liricalmente, eu estou em um tempo da minha vida em que não há limites ou regras.”

Esse espiríto descompromissado e aventureiro define ela como uma artista tanto como atriz, designer, e ícone de estilo. Ela continua a cativar nas telas como uma filmografia diversa incluindo The Hate U Give, Tall Girl, Orange is the New Black, Girl Meets World, The History of the Long Road, e a comédia de dança de Alicia Keys, Work It. Sem mencionar, o ícone de estilo dirige uma colaboração com a Aéropostale, projeta sua merch, e regularmente gera milhões de “likes” em suas escolhas fashion. Musicalmente, ela ganhou dois singles de ouro – “Thumbs” e “Why” – apoiou Ariana Grande, e tomou o palco no Jingle Ball por três anos consecutivos.

No final, sua própria confiança empodera.

“No Act II, eu fui capaz de dizer exatamente o que eu estava sentindo,” ela diz. “Eu espero que quando as pessoas o ouçam, elas possam vê-las na música. Isso é o que eu sempre quis dizer. É como quando você coloca uma roupa que você ama, você anda um pouco diferente e você fica mais confortável consigo mesmo, com seu corpo e com seu sorriso. É assim que eu quero me sentir com minha música.”

13
Maio
17

#SC3: Novas músicas são registradas no nome de Sabrina!

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Marcadores: Música, registradas, Sabrina Carpenter

Como sabemos, Sabrina está há algum tempo trabalhando em seu terceiro álbum de estúdio. Durante esse tempo, diversas músicas são registradas, e elas podem ou não serem lançadas. Algumas músicas foram registradas no nome de Sabrina nas plataformas musicais ASCAP, BMI, APRAS e SongFile. Confira:

Christmas Isn’t Christmas Without You” é uma música de natal escrita por Sabrina juntamente de David Andrew, Heath Hyman, Melissa Lindsay e Pamela Sheyne, que provavelmente foi descartada por motivos desconhecidos.

Kiss the Ring” foi escrita por Sabrina juntamente de Ido Zmishlany, que já trabalhou com ela previamente.

Holdin’ On” foi escrito por N. Thrasher, M. Dulaney e W. Mobley. A música está presente no álbum Unstoppable, da banda Rascal Flatts, mas está registrada também no nome de Sabrina.

I Liked You Better” foi escrita por Sabrina juntamente de Jerrod Bettis e Nolan Winfield.

Imperfectly” foi escrita por Sabrina junto de Jakob Hazell, Svante Halldin e Brandon Skeie.

Do” foi escrita por Sabrina junto de Steph Jones e Daniel Kyriakides.

Lost & Found” foi escrita por Sabrina junto de Cristina Vaughan e Daniel Romer para o filme “Tinkerbell: Lost & Found”, mas não chegou a ser lançada.

It’s My Turn” foi escrita por Sabrina, Mitch Allan e Bonnie McKee.

Someone Else’s Something” foi escrita por Mary Seltmann e Derek Fuhrmann.

 

ATUALIZAÇÕES

 

Thursday” foi escrita por Sabrina juntamente com Andrew William Pearson.

Lelilu Maya Lullaby” foi composta por Sabrina e Menell Jeffrey Bruce.

Love Me Later” foi escrita por Sabrina juntamente com Ido Zmishlany.

Here Come The Wolves” foi composta por Sabrina juntamente com Helen Culver Jayne e Ido Zmishlany.

Shooting Shadows” foi composta por Keith Jeffery, Marc Nelson, Nicholas Wold e Frederik Thaae.

 

ATUALIZAÇÕES – Janeiro de 2018

 

 

Get Used To” é composta por Sabrina, Simon Hans David Tobias Hassle, Noonie Bao e Wiklund Linus Thure.

Alien” é composta por Sabrina, Janee Bennet (Jin Jin) e Jonas Blue

Sue Me” foi composta por Sabrina, Trevor Brown, Warren Felder (Oak), Stephanie Jones e William Zaire Simmons

 

ATUALIZAÇÕES – Abril de 2018

 

Exit Signs” foi composta por Sabrina, Dan Book, Andrew Maxwell Goldstein e Jesse Saint John

Let You Down” foi composta por Sabrina, E. Kidd Bogart, Andrew Maxwell Goldstein e Chelsea Lena Unger

Take You Back” foi composta por Sabrina, Chloe Angelides, Jonas Jeberg e Leland

 

ATUALIZAÇÕES – Maio 2018

 

Paris” foi composta por Sabrina, Jason Evigan e Leland

Love You To Pieces” foi composta por Sabrina, Oak, Stephanie Jones e Emilio Rojas

We Don’t have to talk about it” foi composta por Sabrina, Oak, Caroline Ailin, Stephanie Jones e Emilio Rojas

Big Night In” foi composta por Sabrina, Oak, Stephanie Jones e Emilio Rojas

Count Me In” foi composta por Sabrina, Jesse Shatkin, Sean Douglas e Ross Golan

Take Off Your Cool” foi composta por Sabrina, Trevor David Brown, Oak, Leland e William Zaire Simmons

Old Me” foi composta por Sabrina, Trevor David Brown, Oak, Leland e William Zaire Simmons

 

É importante ressaltar que as músicas podem ou não serem lançadas. Muitas delas são descartadas, mesmo depois de gravadas.